Não existe reconstrução, sem a edificação de um altar!


Neste domingo (12), aconteceu em todas as igrejas Renascer em Cristo o Culto de Celebração da Família.

No Renascer Hall, o Apóstolo Estevam Hernandes trouxe uma palavra restauradora e edificante com base no tema “Reconstrução”. Acompanhe, a seguir, os principais trechos:

Esdras 1.1 a 11: “No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do SENHOR, por boca de Jeremias, despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém de Judá.

Quem dentre vós é, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém de Judá e edifique a Casa do SENHOR, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém. Todo aquele que restar em alguns lugares em que habita, os homens desse lugar o ajudarão com prata, ouro, bens e gado, afora as dádivas voluntárias para a Casa de Deus, a qual está em Jerusalém.

Então, se levantaram os cabeças de famílias de Judá e de Benjamim, e os sacerdotes, e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a Casa do SENHOR, a qual está em Jerusalém. Todos os que habitavam nos arredores os ajudaram com objetos de prata, com ouro, bens, gado e coisas preciosas, afora tudo o que, voluntariamente, se deu.

Também o rei Ciro tirou os utensílios da Casa do SENHOR, os quais Nabucodonosor tinha trazido de Jerusalém e que tinha posto na casa de seus deuses.Tirou-os Ciro, rei da Pérsia, sob a direção do tesoureiro Mitredate, que os entregou contados a Sesbazar, príncipe de Judá.

Eis o número deles: trinta bacias de ouro, mil bacias de prata, vinte e nove facas, trinta taças de ouro, quatrocentas e dez taças de prata de outra espécie e mil outros objetos. Todos os utensílios de ouro e de prata foram cinco mil e quatrocentos; todos estes levou Sesbazar, quando os do exílio subiram da Babilônia para Jerusalém.”

O cativeiro babilônico chegou ao fim. Ciro, cumprindo uma determinação de Deus, liberta aproximadamente 50 mil judeus. Depois de quase cem anos de vida exílio, eles, em fim, retornam à Jerusalém. Mas encontram a cidade completamente destruída, como Neemias descreveu.

Havia a necessidade da realização de uma grande obra. O rei Ciro havia ordenado que o templo fosse reconstruído. Desta forma, a honra daquele povo seria totalmente restaurada.

O profetas Esdras, então, decide assumir a liderança daquela jornada. Deus espera de nós essa mesma disposição, para que todos os ambientes externos e internos que foram assolados por Satanás sejam reconstruídos.

Mas, para que essa obra seja concluída, é necessário:

1- Edificar um altar ao Senhor, mesmo quando as circunstâncias são desfavoráveis

Esdras 3.1 a 3: “Em chegando o sétimo mês, e estando os filhos de Israel já nas cidades, ajuntou-se o povo, como um só homem, em Jerusalém. Levantou-se Jesua, filho de Jozadaque, e seus irmãos, sacerdotes, e Zorobabel, filho de Sealtiel, e seus irmãos e edificaram o altar do Deus de Israel, para sobre ele oferecerem holocaustos, como está escrito na Lei de Moisés, homem de Deus.

Firmaram o altar sobre as suas bases; e, ainda que estavam sob o terror dos povos de outras terras, ofereceram sobre ele holocaustos ao SENHOR, de manhã e à tarde.”

A cidade estava em ruínas. Qual foi a primeira atitude deles? Erguer um altar ao Senhor. O povo precisava restabelecer sua aliança com Deus. Nossas conquistas começam primeiro no mundo espiritual.

Não existe reconstrução, sem a edificação do altar!

2- Não ceder às investidas de Satanás, que fará de tudo para paralisar a obra

Esdras 3.1: “Em chegando o sétimo mês, e estando os filhos de Israel já nas cidades, ajuntou-se o povo, como um só homem, em Jerusalém.”

Esdras 4.23 e 24: “Depois de lida a cópia da carta do rei Artaxerxes perante Reum, Sinsai, o escrivão, e seus companheiros, foram eles apressadamente a Jerusalém, aos judeus, e, de mão armada, os forçaram a parar com a obra. Cessou, pois, a obra da Casa de Deus, a qual estava em Jerusalém; e isso até ao segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia.”

A primeira tentativa foi a corrupção.

Esdras 4.2 e 3: “...chegaram-se a Zorobabel e aos cabeças de famílias e lhes disseram: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso Deus; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez subir para aqui. Porém Zorobabel, Jesua e os outros cabeças de famílias lhes responderam: Nada tendes conosco na edificação da casa a nosso Deus; nós mesmos, sozinhos, a edificaremos ao SENHOR, Deus de Israel, como nos ordenou Ciro, rei da Pérsia.”

A segunda foi criar intrigas, perseguições e conspirações, por meio de envios de cartas com mensagens tendenciosas rei Artaxexes.

Precisamos resistir e ter consciência de que as promessas sempre serão maiores que os problemas. A vontade de Deus é soberana. Os planos d’Ele jamais serão frustrados.

Jó 42.2: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.”

3- Perseverar! Porque, se Deus determinou, Ele enviará todos os recursos necessários para a obra acontecer

Esdras 6.1 e 3 a 11: “Então, o rei Dario deu ordem, e uma busca se fez nos arquivos reais da Babilônia, onde se guardavam os documentos. O rei Ciro, no seu primeiro ano, baixou o seguinte decreto: Com respeito à Casa de Deus, em Jerusalém, deve ela edificar-se para ser um lugar em que se ofereçam sacrifícios; seus fundamentos serão firmes, a sua altura, de sessenta côvados, e a sua largura, de sessenta côvados, com três carreiras de grandes pedras e uma de madeira nova.   

A despesa se fará da casa do rei. Demais disto, os utensílios de ouro e de prata, da Casa de Deus, que Nabucodonosor tirara do templo que estava em Jerusalém, levando-os para a Babilônia, serão devolvidos para o templo que está em Jerusalém, cada utensílio para o seu lugar; serão recolocados na Casa de Deus.

Agora, pois, Tatenai, governador dalém do Eufrates, Setar-Bozenai e seus companheiros, os afarsaquitas, que estais para além do rio, retirai-vos para longe dali. Não interrompais a obra desta Casa de Deus, para que o governador dos judeus e os seus anciãos reedifiquem a Casa de Deus no seu lugar.

Também por mim se decreta o que haveis de fazer a estes anciãos dos judeus, para que reedifiquem esta Casa de Deus, a saber, que da tesouraria real, isto é, dos tributos dalém do rio, se pague, pontualmente, a despesa a estes homens, para que não se interrompa a obra. Também se lhes dê, dia após dia, sem falta, aquilo de que houverem mister: novilhos, carneiros e cordeiros, para holocausto ao Deus dos céus; trigo, sal, vinho e azeite, segundo a determinação dos sacerdotes que estão em Jerusalém; para que ofereçam sacrifícios de aroma agradável ao Deus dos céus e orem pela vida do rei e de seus filhos.

Também por mim se decreta que todo homem que alterar este decreto, uma viga se arrancará da sua casa, e que seja ele levantado e pendurado nela; e que da sua casa se faça um monturo.”

A obra foi completa e, da mesma forma, acontecerá conosco, porque o preço já foi pago por Cristo na cruz! Ele se entregou para que fôssemos restaurados e reconstruídos.

Aquilo que parecia o fim foi a inauguração de um novo tempo!

Esdras 6.22: “Celebraram a Festa dos Pães Asmos por sete dias, com regozijo, porque o SENHOR os tinha alegrado, mudando o coração do rei da Assíria a favor deles, para lhes fortalecer as mãos na obra da Casa de Deus, o Deus de Israel.”

O inferno jamais poderia impedir a obra de redenção! Ela está consumada!


Redação Fotos: Jaqueline Pires

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