"Este deserto é uma passagem, não o fim da linha!"

Na noite desta terça-feira (31), com transmissão ao vivo diretamente de sua casa, a Bispa Sonia Hernandes ministrou o Culto de Batalha Espiritual.

Ela trouxe uma mensagem encorajadora, com base no texto bíblico de Números 13.25 a 33, que mostra o momento em que os 12 espias retornam da Terra Prometida e relatam a Moisés o que encontraram. Entre eles, apenas Josué e Calebe tiveram uma visão otimista da região. Os demais, apesar de reconhecerem que, de fato, ali manava leite e mel, como o Senhor havia falado, mantiveram o foco nas dificuldades. Veja abaixo:


“Ao cabo de quarenta dias, voltaram de espiar a terra, caminharam e vieram a Moisés, e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, a Cades; deram-lhes conta, a eles e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra. Relataram a Moisés e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e, verdadeiramente, mana leite e mel; este é o fruto dela. O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades, mui grandes e fortificadas; também vimos ali os filhos de Anaque. Os amalequitas habitam na terra do Neguebe; os heteus, os jebuseus e os amorreus habitam na montanha; os cananeus habitam ao pé do mar e pela ribeira do Jordão.


Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela. Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.”

“Os ‘nossos impossíveis’ nos impedem de sonhar e, consequentemente, de realizar! O que te impede, muitas vezes, de avançar é a leitura que você tem feito das situações e suas reações diante das dificuldades. Isso ocorre quando você se enxerga inferior, indigno e incapaz! É quando você não tem perspectivas de futuro! É quando você anula dentro de si todas as possibilidades. Lembre-se de que só podemos conquistar o que podemos enxergar! Então, comece, hoje mesmo, a projetar na sua mente as vitórias que você terá!”, afirmou ela.


“Enfrentar o deserto, muitas vezes, é inevitável, mas como vamos passar por ele é uma escolha. Mesmo o Senhor tendo os suprido diariamente, aquele povo continuava com o coração endurecido. Foram anos e anos de murmuração e de blasfêmias e, assim, eles colocaram tudo a perder. Aquele povo não percebeu que aquela era a última oportunidade que eles tinham de realmente andar pela fé e de abandonarem a escravidão, de serem livres. Eles haviam saído do Egito, mas ainda se enxergavam como escravos. O deserto era para ser uma passagem, não o fim da linha”, conscientizou.


“Há pessoas que acreditam que a vida só se resume somente à nossa passagem pela terra. Infelizmente, muitos acham que as bênçãos de Deus se resumem às questões financeiras. Mais importante do que ter uma necessidade material suprida, é ver pessoas sendo curadas e libertas, é ver relacionamentos sendo restaurados!”, conscientizou.


A Bispa também relembrou que o Apóstolo Paulo, em uma de suas cartas, usou como exemplo o comportamento daquele povo no deserto, para explicar como realmente devemos agir diante das situações de dificuldades. Veja abaixo:


1 Coríntios 10.1 a 12: “Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual 4e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo. Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto. Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se.


E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil. Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes. Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador. Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado. Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia.”


“Que a sua quarentena seja como o momento em que os discípulos permaneceram no cenáculo, antes de serem visitados por Jesus. Que você saia dela cheio do Espírito Santo! Que seja um tempo de restauração e de renovação!”, afirmou ela.


Acompanhe, a seguir, a mensagem na íntegra:


Redação

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