Momento Deep: Uma vez filho, sempre filho

Atualizado: Fev 20


Acompanhe, abaixo, os principais trechos da palavra ministrada no sábado (18), durante o Deep, o culto geral do O2.


Como Deus deseja que vivamos? Com a certeza de que somos amados incondicionalmente por Ele. E nós também precisamos transmitir este amor que recebemos para as outras pessoas, mas sem distinção.


Como você pode afirmar que ama o próximo? Ajudando um morador de rua? Doando uma roupa em excelente estado e um prato de comida? Mas se somos tão generosos assim, por que vivemos em pé de guerra com nossos pais?


Precisamos buscar aperfeiçoar o nosso amor através do amor de Deus.


João 3.14 a 16: “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna. Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”


Na Antiga Aliança, o Senhor precisava que o homem intercedesse pelo povo. Eles precisavam ter consciência de que precisavam de um salvador. Por isso, Ele enviou Jesus Cristo!


Deus sempre amou o povo, mas, na Antiga Aliança, Ele deu uma prévia do que viveríamos na Nova Aliança. Antes, a salvação era temporária. Agora, é eterna!

Deus é amor. Então, pregar sobre amor é pregar sobre o próprio Deus! E a dimensão deste amor foi exemplificada por Jesus Cristo, por meio das parábolas do Filho Pródigo e da Ovelha Perdida.


Da primeira citada, podemos tirar muitos ensinamentos preciosos. Hoje, vamos destacar um deles:

1- O jeito de Deus amar é diferente do nosso


O amor d’Ele é incondicional, ou seja, acolhe tanto o salvo como o pecador.

Deus nos ama tanto, que nos deu liberdade para escolhermos qual caminho iremos seguir. Ele nos dá a opção de amá-lo ou não. Mas Ele também nos dá liberdade para sermos curados pelo amor d’Ele.


O Filho Pródigo fez a opção de deixar o pai e gastar toda a herança. Quando caiu em si, decidiu voltar, mas teve medo de ser punido, desprezado e reduzido à condição de servo.


A loucura do evangelho é que o Pai, ao ver o filho de longe, em vez de ficar indignado por causa dos erros cometidos, alegra-se só por poder recebê-lo de volta!


O amor de Deus está acima dos nossos medos, das nossas inseguranças, das nossas deduções e das nossas péssimas escolhas, porque uma vez filho, sempre filho!


Cristo nos amou tanto, que Se entregou para nos salvar!


2- O que somos é definido pela certeza de quem Ele é


O irmão do Filho Pródigo não concordou com a reação do pai, que, em vez de puni-lo, o recebeu com uma grande festa.


A forma como nós enxergamos o Senhor define como nos enxergamos.


Precisamos deixar de associar a Deus aquela imagem de Pai opressor! Deus não quer nos relacionamos com Ele motivados por um medo irmos para o inferno, mas porque O amamos.


A forma como eu enxergo Deus também reflete como eu enxergo os outros.

3- Deus manifesta o amor d’Ele nos abençoando


Deus nos ama como Pai, e esta forma de amar envolve doação, entrega. Por isso, não se sinta mais indigno de recebê-lo.


Antes de nos criar, Ele já havia criado o universo. Ele criou tudo pensando em como nós viveríamos. Deus não quer desenvolver um relacionamento de troca, Ele não precisa de nada que possamos oferecer porque tudo já é d’Ele.


Não há nada que possamos entregar a Deus que supere o que Ele já tenha feito por nós!


Cristo foi a manifestação do amor de Deus aqui na terra! Precisamos desejar amar como Ele amou, ama e amaria!


Quando Jesus fala para deixarmos mãe e pai por amor a Ele, não significa que devemos abandonar nossa família. Na cruz, Maria ainda estava ao lado de Jesus. Ele não a deixou desamparada, porque João estava cuidando dela.


Se afirmamos que não vivemos, mas Cristo vive em nós, precisamos ser a manifestação do amor d’Ele aqui na terra! Se somos filhos de Deus, devemos nos amar como verdadeiros irmãos!



Redação

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