Independente de tudo, você não deixou de ser filho!

Atualizado: Mar 2

Nesta quinta-feira (28), a Igreja Renascer em Cristo encerrou o Jejum da Transformação.

Os cultos acontecem em três horários, com limitação de público; uso obrigatório de máscara; álcool gel disponível; distanciamento social e restrição ao grupo de risco. Com transmissão ao vivo pela Rede Gospel de Televisão e via YouTube, no período da noite, a palavra foi ministrada pelo Apóstolo Estevam Hernandes. Acompanhe, a seguir, o resumo:

Lucas 15.11 a 32: “Continuou: Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.

Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada. Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.

E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se.

Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.

E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo. Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos; vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado.

Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu. Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.”

Esta passagem nos mostra a realidade de dois filhos: o mais novo, que decidiu sair de casa para esbanjar inconsequentemente sua herança, e o mais velho, que não tinha consciência do seu verdadeiro valor.

Os dois eram filhos, mas não se comportavam como tal. O mais novo por ter desprezado esta condição, e o mais velho, por se sentir preterido.

Por que, mesmo sabendo que somos filhos de Deus, muitas vezes, pensamos, sentimos e agimos como se não fôssemos?

João 1.11 e 12: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome...”

Está na hora de assumirmos a nossa verdadeira identidade, ou seja, de deixarmos de ser criaturas para sermos filhos de Deus.

Como?

1- Vencendo a “síndrome dos indignos”

Colossenses 1.12: “...dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz.”

Pelo sacrifício de Cristo, nos tornamos dignos de ser filhos de Deus!

2- Nos tornando semelhantes a Cristo

Romanos 8.29 e 30: “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.”

Fomos criados à imagem e semelhança de Deus e, em Cristo, resgatamos nossa verdadeira identidade e passamos a ser